quinta-feira, julho 19, 2007
Levo seu sorriso como bandeira
Decidi qual vai ser minha tatoo. Pela décima vez, mais ou menos. Vai ser a frase aí de cima. Faz todo sentido para mim. Só pode fazer.
cOMa sOMEntE A cErEja
Tem gente que não vale a pena, embora, às vezes, pareça que vale. É como aquelas sobremesas que parecem deliciosas mas são pura gordura e gosto de coisa congelada feita em série. Nesses casos prefiro ficar só com a cereja e manter a saúde (mental).
Beijos pra quem já foi.
Beijos pra quem já foi.
domingo, julho 15, 2007
Fim ao Boicote! Free me! Free me!
terça-feira, julho 03, 2007
Andando na rua, pensei que podia ouvir
Bom. Estava indo pegar meu ônibus, tranqüilo atrasado e feliz.
Como estava numa situação diferente do cotidiano, pois tinha ido ao médico em um consulta cancelada, pude fazer o que mais gosto quando não estou fazendo nada que é fazer alguma coisa. Então passei a observar as pessoas ao meu redor nas ruas. Dessa querida experiência surgem as duas cenas a seguir.
Cena 1 – Comerciante varrendo a porta de seu estabelecimento... Isso mesmo, em São Paulo, a poucos metros da avenida Paulista. Juro! Mais emocionante foi ver que o sujeito era deficiente físico. Varria com se abraçasse a vassoura, pois tinha algum impedimento com a mão. Um abraço. Um gesto de carinho com a cidade, um gesto de respeito com o trabalho dele, com o espaço dele e com a cidade como um todo. Foi foda.
Cena 2 – Um cidadão com farda da GCM (Guarda Civil Metropolitana) de mão à cintura parado bem em frente da estação Paraíso do metrô, onde eu estava esperando ônibus. Acredito que o sujeito em questão estava trabalhando, afinal ninguém espera ônibus com a mão na cintura (será?). Enfim, estava lá quase ao meu lado, quando vem um rapaz perguntando onde é a rua Tutóia. O GCM faz um sinal de indecisão ou dúvida e aponta para um comerciante (desses tipo camelô). Tipo: “pergunta-pra-ele”. E lá se foi o rapaz (que acabou indo na direção contrária à rua Tutóia, ainda por cima). Depois veio uma garota perguntar sobre um ônibus para o CEASA. Mesmo sinal, mesmo apontamento, mesmo ato da garota. Depois mais dois caras com cara de nordestino-perdido. Mesma coisa. Depois mais uma moça. Idem. Depois um outro cara. De novo. Putz! Enfim veio o meu ônibus e a dúvida: o que aquele porra tava fazendo ali? Ocupando o posto de trabalho do camelô?
Como estava numa situação diferente do cotidiano, pois tinha ido ao médico em um consulta cancelada, pude fazer o que mais gosto quando não estou fazendo nada que é fazer alguma coisa. Então passei a observar as pessoas ao meu redor nas ruas. Dessa querida experiência surgem as duas cenas a seguir.
Cena 1 – Comerciante varrendo a porta de seu estabelecimento... Isso mesmo, em São Paulo, a poucos metros da avenida Paulista. Juro! Mais emocionante foi ver que o sujeito era deficiente físico. Varria com se abraçasse a vassoura, pois tinha algum impedimento com a mão. Um abraço. Um gesto de carinho com a cidade, um gesto de respeito com o trabalho dele, com o espaço dele e com a cidade como um todo. Foi foda.
Cena 2 – Um cidadão com farda da GCM (Guarda Civil Metropolitana) de mão à cintura parado bem em frente da estação Paraíso do metrô, onde eu estava esperando ônibus. Acredito que o sujeito em questão estava trabalhando, afinal ninguém espera ônibus com a mão na cintura (será?). Enfim, estava lá quase ao meu lado, quando vem um rapaz perguntando onde é a rua Tutóia. O GCM faz um sinal de indecisão ou dúvida e aponta para um comerciante (desses tipo camelô). Tipo: “pergunta-pra-ele”. E lá se foi o rapaz (que acabou indo na direção contrária à rua Tutóia, ainda por cima). Depois veio uma garota perguntar sobre um ônibus para o CEASA. Mesmo sinal, mesmo apontamento, mesmo ato da garota. Depois mais dois caras com cara de nordestino-perdido. Mesma coisa. Depois mais uma moça. Idem. Depois um outro cara. De novo. Putz! Enfim veio o meu ônibus e a dúvida: o que aquele porra tava fazendo ali? Ocupando o posto de trabalho do camelô?
O bom de se ter uma idade...
O bom de se ter uma idade, qualquer uma, é que se pode ter qualquer idade mental menor ou igual a que se têm. Ter uma idade maior é uma mera suposição do que achamos como seria se tivéssemos. Mas, o contrário não. Sabemos como foi, então podemos experimentar ser de novo, volutaria ou involuntariamente. Hoje fiz algumas coisas como se tivesse 18 anos. Outras como se tivesse 15 e outras como se tivesse de novo 37. Não que minha loucura chegue a separar tudo certinho, mas, enfim... dá pra notar pelo resultado.
Como se vê não acredito muito nessa coisa que vamos aprendendo com o tempo, no sentindo de que algumas experiência excluem ou substituem ou aprioram e apagam outras. Acho que está tudo lá intacto, esperando o momento de ser de novo. Às vezes percebemos, outras, na maioria delas, não.
Como se vê não acredito muito nessa coisa que vamos aprendendo com o tempo, no sentindo de que algumas experiência excluem ou substituem ou aprioram e apagam outras. Acho que está tudo lá intacto, esperando o momento de ser de novo. Às vezes percebemos, outras, na maioria delas, não.
Assinar:
Postagens (Atom)
.bmp)
.bmp)