Ainda dá um friozinho na barriga escutar as guitarritchas do Jhonny em The Headmaster Ritual. Um certo saborzinho de adolescência ehehehe.
E não é muito bom não. Sei lá. Acho que essas imagens que vem depois, esse super bullying exagerado e fantasioso, é uma coisa não muito superada pra mim. Será?
quinta-feira, junho 21, 2007
Pra dançar pelado no quarto
e fazer mosh na cama:
A certain romance - Arctic Monkeys
Four Horsemen - Clash
Girlfriend is better - Talking Heads (sTOP MAKING sENse!)
Matanza - Meio psicopatas
Love Battery - Buzzcocks (my love battery wants to charge you...uhu)
quarta-feira, junho 20, 2007
Sabe tudo!
Manja o tipo que sabe tudo? Em espanhol tem uma palavra ótima para definir esses simpáticos:
sa.be.lo.to.do
[sabelot'odo] s fam sabichão, sabe-tudo.
sa.be.lo.to.do
[sabelot'odo] s fam sabichão, sabe-tudo.
sábado, junho 16, 2007
Eu só quero me perder, eu não quero esse poder
Fomos de ônibus até o Aeroporto para alugar um carro. Nunca tinha pegado um desses micro ônibus de São Paulo e achei bem estreito para alguém de um 1,90m. Acho que também estava muito distante de ver a cidade desse ponto de vista. Tão suja, tão pichada, tão São Paulisada, paralisada. Tudo isso ao som de Zezé de Camargo ou coisa que o valha, pois para o motorista parecia um sinal de bom gosto seu ônibus ter som ambiente.
sexta-feira, junho 15, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
O medo
É estranho que o medo tome conta de mim nas situações mais corriqueiras e incômodas. Medo de pegar ônibus, medo de viajar sem passaporte, medo de falar inglês e errar. Aquela música do Lenine é quase minha trilha sonora nesses momentos: "Tenho medo do medo que dá".
Tem um grande e abissal medo dentro de mim. Que medo é esse?
Tem um grande e abissal medo dentro de mim. Que medo é esse?
terça-feira, junho 12, 2007
Voltando de Santiago do Chile
Acho que o fato de eu estar voltando a escrever nesse blog tem alguns motivos principais. São eles:
1. Visitar a casa do Pablo Neruda em Isla Negra no Chile (onde mais?). Veja foto ao lado;
2. Inveja do Blog da Alê;
3. Percepção de como o tempo está passando tão depressa e só quando a gente marca ele é que nos damos conta de sua velocidade;
4. Percepção de que o tempo não é veloz nem inveloz. Nós é que nos perdemos no devaneio de passado e futuro e quando olhamos achamos que faz tempo, mas não faz tempo. Porque o tempo é na memória, não no relógio;
5. Percepção de que tenho muita coisa pra dizer e pra fazer. E não vou ficar sentado dando pipoca aos macacos, mesmo que não goste do Raul.
Boemia, aqui me tens de regresso
Putz, vários anos depois voltei. Ninguém mais lê esse Blog, portanto acho que me sentirei mais livre para escrever qualquer bullshit. Vou voltar a postar.
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